Em março e abril de 2025, a LinkedIn conduziu em parceria com a Ipsos uma pesquisa com 1.500 profissionais de marketing B2B em seis países. A conclusão central foi esta: 94% dos participantes identificam a confiança como o fator mais crítico para o sucesso de marca no mercado B2B.
Não o preço. Não a inovação do produto. Não a capilaridade comercial. A confiança.
E o dado que conecta esse resultado diretamente ao audiovisual é igualmente preciso: marcas que combinam vídeo de qualidade com storytelling autêntico têm 2,2 vezes mais chances de serem confiadas pelo mercado e 1,8 vezes mais chances de serem amplamente reconhecidas. O vídeo, nesse contexto, não é um canal de comunicação. É o mecanismo pelo qual a confiança é construída ou destruída antes que qualquer conversa comercial aconteça.
Esse dado deveria encerrar o debate sobre investimento audiovisual em qualquer empresa B2B brasileira que esteja levando a sério a construção de marca de longo prazo.
Mas o debate continua. E continua porque o custo da má decisão audiovisual é invisível no curto prazo. A empresa publica um vídeo mediano, o vídeo não performa de forma catastrófica, não há nenhuma crise de reputação visível, e o gestor conclui que o vídeo cumpriu sua função. O que ele não vê é o comprador que assistiu, ficou com uma impressão neutra ou levemente negativa, e simplesmente seguiu em frente para o próximo fornecedor sem entrar em contato.
Esse comprador nunca vira dado. Nunca aparece no CRM. Nunca gera um insight de que o vídeo foi o ponto de perda. E assim o padrão se perpetua.
O mercado B2B brasileiro, especialmente nos centros de maior densidade corporativa do país, está em um momento de inflexão. A produção audiovisual em BH (Belo Horizonte) e SP (São Paulo) atende empresas com capacidade de investimento real e ciclos de compra que dependem fundamentalmente de credibilidade percebida. Nesses mercados, o vídeo não é um extra da comunicação. É o primeiro contato que o comprador tem com a empresa em muitos casos, e o último argumento que o comitê de decisão usa antes de fechar o contrato.
Os CMOs que entenderam isso estão agindo de forma diferente. Estão supervisionando de perto não apenas o orçamento de produção, mas o critério criativo, o alinhamento estratégico e a consistência de linguagem ao longo do tempo. Estão exigindo que gerentes e coordenadores de comunicação respondam não apenas pela entrega do vídeo, mas pelo que o vídeo comunica sobre a marca.
Os que ainda não entenderam continuam aprovando o que cabe no orçamento aprovado. E colhendo os resultados proporcionais a essa escolha.
Em 2026, o mercado B2B não tem tolerância para marca mediana. Os compradores são mais informados, mais exigentes e mais rápidos para descartar o que não os convence. A confiança se constrói antes da abordagem comercial. E ela se constrói, em grande medida, pelo que a empresa mostra, soa e comunica no audiovisual.
O vídeo mediano não é uma economia. É um custo que a empresa paga sem perceber, todo dia, em cada comprador que poderia ter se tornado cliente e não se tornou. É contra esse custo silencioso que a NIIN Content trabalha.
Fonte: PPC.land — Trust Becomes B2B's Primary Growth Engine as Video Reaches 78% Adoption