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Produção Audiovisual Brasileira: o vídeo já representa 82% de todo o tráfego da internet

Sua marca ainda está pensando se vale a pena investir?

10 de abril de 20266 min de leituraNIIN Content

Em algum ponto dos últimos cinco anos, o vídeo deixou de ser um tipo de conteúdo e se tornou a infraestrutura da internet. Dados projetados pela Cisco e reafirmados por múltiplos estudos do setor apontam que o vídeo já representa 82% de todo o tráfego digital global. Não 82% do conteúdo de marketing. Todo o tráfego. Toda a internet.

Isso significa, na prática, que qualquer marca que não tem uma estratégia audiovisual consolidada não está apenas ausente de um canal. Está ausente da internet como ela funciona hoje.

Mas existe um paradoxo curioso nesse dado: enquanto o consumo de vídeo cresce de forma praticamente ininterrupta, muitas empresas, especialmente no Brasil, ainda debatem internamente se o investimento em produção audiovisual "se justifica". O argumento costuma ser de custo. Raramente é de resultado.

É uma inversão lógica que tem um custo invisível, mas real.

Porque enquanto o debate acontece internamente, o mercado não espera. Os consumidores se acostumam com marcas que aparecem, que contam histórias, que criam referências visuais e sonoras reconhecíveis. E quando uma marca finalmente decide "entrar no vídeo", ela não está competindo com quem começou hoje. Está competindo com quem começou há três anos.

O audiovisual não é um sprint. É uma construção. Uma identidade se forma por camadas: a escolha do diretor de fotografia, a recorrência de uma paleta de cor, o tom de voz de um narrador, a forma como a câmera enquadra os produtos, as pessoas, os espaços da empresa. Isso não se cria em uma campanha. Se cria em uma política de produção consistente ao longo do tempo.

É exatamente aí que a produção audiovisual brasileira tem uma janela de oportunidade enorme. O mercado ainda está em formação no que diz respeito à identidade audiovisual das marcas nacionais. Muitas empresas de grande porte ainda não têm um visual language definido para o vídeo. Ainda estão terceirizando para agências que entregam campanhas, não para produtoras que entendem de marca.

A diferença entre uma campanha audiovisual e uma estratégia audiovisual é a mesma diferença entre fazer um post hoje e construir uma presença ao longo do tempo. Um entrega resultado pontual. O outro entrega marca.

Na NIIN Content, esse é o trabalho que fazemos. Não de quem filma o que o cliente pede, mas de quem entende o que a marca precisa parecer, soar e sentir, e constrói isso quadro a quadro, projeto a projeto, com consistência e intenção.

Porque numa internet que é 82% vídeo, a questão não é mais se sua marca vai estar no vídeo. É se o vídeo da sua marca vai ser bom o suficiente para ser visto, lembrado e associado a algo que o seu público deseja.

Por Henrique Marques

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