Estratégia

Produção Audiovisual Brasileira: quando o vídeo é o produto, não a embalagem

A lição que as marcas mais relevantes já aprenderam

17 de abril de 20266 min de leituraHenrique MarquesNIIN Content

Existe uma distinção que separa as marcas que usam vídeo das marcas que são feitas pelo vídeo. As primeiras encaram o audiovisual como um meio de empacotar uma mensagem que já existe. As segundas entendem que a mensagem e o meio são inseparáveis: a forma como você filma diz tanto quanto o que você está filmando.

Segundo o relatório State of Video Marketing do HubSpot, 93% dos profissionais de marketing consideram o vídeo uma parte essencial da estratégia geral de suas empresas. Mas há algo ainda mais revelador nesse dado: nos últimos anos, esse número saiu de 88% para 93% em um único ciclo. O vídeo não está apenas se consolidando como ferramenta. Está se tornando o centro gravitacional de como marcas se comunicam.

E o mercado brasileiro, com sua tradição criativa, sua diversidade cultural e seu público com profunda relação afetiva com o audiovisual, está diante de uma janela que não ficará aberta para sempre.

Mas é preciso ser honesto sobre o que esse dado significa na prática. Quando quase todas as marcas estão investindo em vídeo, o diferencial não está mais em ter vídeo. Está em ter vídeo bom. Vídeo que carrega identidade. Vídeo que tem ponto de vista. Vídeo que, quando aparece no feed sem o logo da marca, ainda assim é reconhecível como sendo daquela marca.

Isso é o que as marcas mais relevantes do mundo já entenderam: a produção audiovisual não é uma linha de comunicação. É uma linha de produto. O filme é tão parte do que a marca vende quanto o próprio produto.

Quando a Apple lança um vídeo, você não precisa ver o logo para saber que é da Apple. Quando o Nubank faz um filme, a linguagem é parte do posicionamento. Quando O Boticário transforma uma data comemorativa em um curta-metragem, não está apenas anunciando perfume. Está construindo o tipo de vínculo emocional que nenhuma tabela de benefícios consegue criar.

No Brasil, esse nível de maturidade audiovisual ainda é privilégio de poucas marcas. A maioria ainda produz vídeo como se estivesse produzindo um anúncio: para informar, para converter, para aparecer. Raramente para criar desejo. Raramente para construir memória afetiva.

E é exatamente aí que está a oportunidade , e a responsabilidade , de quem entende de produção audiovisual brasileira de verdade.

Na NIIN Content, não filmamos produtos. Construímos linguagens. Porque acreditamos que as marcas que vão dominar a próxima década não serão necessariamente as que tiverem mais verba de produção. Serão as que tiverem mais clareza sobre quem são e a coragem de colocar isso na tela.

Para planejar um vídeo institucional, campanha ou conteúdo de marca em Belo Horizonte, conheça os serviços de produção audiovisual da NIIN. Produtora de vídeo em Belo Horizonte e serviços de produção audiovisual.

Por Henrique MarquesNIIN Content

Pronto para o próximo passo?

CONVERSE COM A NIIN

Transforme a visão da sua marca em conteúdo audiovisual de alto padrão.

Iniciar projeto